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Hidroeléctricas levam risco à Amazónia

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A publicação da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a situação dos mais de 370 milhões de índios no mundo refere que a instalação de novos empreendimentos na Amazônia pode gerar consequências trágicas e irreversíveis para os povos indígenas da região. Isso incluiria projetos como Belo Monte e Tapajós, aproveitamentos hidroelétricos indispensáveis para a geração de energia elétrica no Brasil, segundo o governo. O documento critica o avanço desordenado de “infraestruturas da globalização” e cita como exemplo a Hidroeléctrica de Tucuruí que, segundo a ONU, gerou “um aumento dramático” dos casos de malária. Embora o relatório não cite a construção das centrais hidroelétricas de Jirau e de Santo Antônio, em Porto Velho, alerta que há relatos de índios isolados vivendo na região, que estão sendo dizimados por doenças tratáveis como malária, pneumonia e varíola.

Fonte: Notícias da Amazónia

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